Por: DARUKIAN, O Ceifador de Orgasmos e sua Primeira Puta das Artes Sacroprofanas, Emonditte. Seres sem rosto nem forma, que tem como único propósito te fazer gozar muito (a vida).

Seguidores dos instintos

14 de julho de 2011

Incesto na sexta - Parte I

Alguns relatos fictícios e quase reais construídos com Emonditte.


Sempre soube que minha irmã era tarada. Tá no sangue da família. Mas eu queria provar. A taradice, e aquela bunda linda. Finalmente, uma oportunidade: sexta-feira, ficamos sozinhos em casa. Pais viajando. Ela com aquela maldita calça de academia colada que realça ainda mais aquilo tudo
e eu de camisa e uma calça folgada, sem cueca. Estávamos na sala quando a nossa desgraça ( desgraça abençoada) começou.

Parecia saber que eu tarava ela. Ou subitamente começou a me tarar. Se agachou na minha frente. Ela desceu e o pau subiu. Levantou, olhou pra mim. Quer dizer, pro meu volume. Deu uma risada maliciosa e ficou encarando, como se tivesse visão de raio x. Sabe-se lá como, mas irmãos se entendem. Levantei, encostei nela e sussurrei "tá vendo a maldade que tu faz?" Sorriu, virou de costas e quis dar uma de difícil. Disse algo como "é...eu sou malvada mesmo.". Encostei meu pau naquela bunda, apertei e abracei-a. Dei umas mordidas no pescoço pra amaciá-la e disse "ah é? vou ter de te ensinar boas maneiras então."

Deu certo. Ela amoleceu e falou com uma voz mais mansa, porém sexy: "hmm...então vc vai me punir por eu ser uma má garota? vc não gosta de garotas más?"
"Adoro. mas perto de mim as garotas más viram freiras, maninha." respondi, com um sorriso no rosto.

"E como você vai me punir?" perguntou, e já parecia esperar ansiosamente pela resposta. "Você vai ter que ajoelhar. E quem ajoelha, tem que chupar", respondi. Ela não aguentou mais se fazer difícil e foi me puxando pela camisa pra o sofá. Me sentou. E tirou a calça, depois a blusa.

Meu Deus...que bunda gostosa do caralho. Falando em caralho, eu e ele estávamos babando por ela. Por ela e aquela bunda gostosa, redonda, linda. Ela sorriu. Já com outra feição. Era minha irmã, e uma stripper safada querendo brincar ao mesmo tempo.

Começou a rebolar e passar a mão pelo corpo lentamente, ainda de lingerie, depois subiu em cima de mim. Sentou no meu colo, roçando em mim e dizendo "isso é o de menos" no meu ouvindo, entre mordidinhas e lambidas no meu pescoço.

Tirou o sutiã e ofereceu seus seios pra mim. Eu era (melhor dizendo, sou) tarado naquela bunda, mas os seios também eram lindos. Eu tava quase surtando de tesão, mas tentando deixar a coisa rolar mais naturalmente. Abocanhei um dos seios e deixei o outro na mão. No primeiro, a língua passeou em volta, indo pra o biquinho. No segundo, os dedos brincavam.

Ela mordeu os lábios, não queria se entregar e gemer ainda. Mas o corpo dela a entregava. Colocou as mãos na minha nuca, e eu, entendendo o recado, tratei de abocanhar o outro seio com mais vigor que o primeiro.A respiração dela começou a ofegar, e ela sussurrou: "ai, quem diria heim...". Tirei o peito da boca por alguns instantes, só pra responder "ora, é o de menos...". Deixei as mãos deslizarem a vontade. Elas subiram lentamente e foram caindo, até chegar naquela bunda quase divina. Apertei com vigor. Minha mana-presa suspirou.

Juntei-a mais em mim, apertei mais. Ela continuava suspirando e por alguns instantes ficamos assim. Resolvi avançar, deixando as mãos passearem novamente. Rapidamente encontraram o sexo da minha mana ensopado dentro da calcinha. Enfiei um dedo devagar. Tirei do mesmo jeito e levei até a boca dela, que pegou-o , lambeu timidamente, depois engoliu, já anunciando o que ia fazer dali a pouco. E olhou pro meu pau, deu uma conferida com a mão. Por fim, falou "quero tirar essa calça sua...que eu não to aguentando..."

Eu também não tava aguentando, claro que consenti. Ela arrancou minha calça e jogou junto da outra. Subiu em cima de novo e rebolou em cima da cueca. Juro que se não tivesse me segurado cataria ela brutalmente. Finalmente, tirou minha cueca. E passou um tempo apreciando.

Quase implorei pra ser chupado. Acho que ela entendeu quando olhou pra mim e se agachou no meio das minhas pernas. Passou a língua debaixo pra cima. Suspirei, passando a mão na cabeça dela. Fechei os olhos. Botou a cabecinha na boca, segurando com uma das mãos. A outra estava arranhando minha coxa. As minhas estavam passando nos cabelos dela e apreciando junto com o resto do corpo.

Ela aumentou a intensidade. Engoliu mais fundo, fazendo movimentos lentos e me olhando com uma cara de puta. Me chamou de gostoso baixinho e começou a chupar mais rápido. Comecei a arfar, a ofegar. Mas ainda tava faltando alguma coisa. E eu sabia o que era. Pedi pra prová-la. Pedi pra ela virar pra mim.

Ela provocou de novo. beijou a cabecinha e disse de um jeito "inocente": O que você vai fazer comigo heim?". Sorri e respondi: "Confie no maninho. Vira o seu rabão gostoso pra cá e você vai sentir tudo que eu fizer." . Ela mordeu os lábios, pareceu hesitar mas obedeceu. Virou e empinou aquela bunda linda pra mim.

Sorri feliz. Podia começar a me deliciar e a torturá-la. beijei seu sexo, aproveitei pra dar um chupão, ainda por cima da calcinha ensopada. Ela deixou um gemido escapar Desci lentamente sua calcinha, apreciando aquilo tudo sem calça, calcinha nem essas besteiras. Só aquela bunda linda e nua pra mim. Comecei a torturá-la com mordidas, beijinhos, lambidas e chupões nas coxas, bunda e virilha.

Beijei seu clitóris e comecei a explorar tudo devagarinho com a língua. Passei a boca pela virilha e dei algumas chupadas nos lábios (de baixo). Comecei a limpar aquela xana com lambidas e chupadas em cada pedaço. Ela gemendo mais alto e se empinando, pedindo pra não parar. E eu continuei, claro.

Enfiei ainda mais a cara nela, dei um jeito de melar o polegar com saliva e o suco dela, enfiei lentamente naquele rabo, doido pra chegar o momento da pica. Mas queria torturar antes, poderia esperar ela gozar. Nunca imaginei ver minha irmã gemendo tanto e tão gostoso. Corrigindo. imaginei sim, e fiquei mais do que feliz por estar escutando. Ela pegou minha mão e separou dois dedos. O indicador e o do meio. Apertou-os com as mãos tremendo de tesão e olhou pra mim. A arte de implorar olhando era de família.

Enfiei os dois dedos no buraco da minha irmãzinha, que já estava lubrificada há eras e comecei a mexê-los ali dentro. Pra melhorar a tortura, abocanhei o clitóris. A safada gemeu com a boca fechada e disse "ai...não faz isso que eu morro maninho...". Ela queria morrer de tesão nos meus dedos. Começou a rebolar e pediu pra enfiar mais fundo.

"Morre depois de gozar nos meus dedos então", respondi, completando com um tapinha na bunda dela. Enfiei mais os dedos mexendo mais rápido e voltei a atacar o clitóris. Ela tava no limite, ia gozar ali nos meus dedos. E eu tratei de terminar o serviço. Aumentei a velocidade da mão e fiquei esperando ela se desmanchar nos meus dedos. Ela gemeu de novo, um gemido mais longo e começou a latejar. Tirei os dedos e passei um pouco a língua. Ela desabou sem fôlego no sofá e ficou olhando pra mim. Passei a mão na xana dela e perguntei: "mais um?" pra provocar. Demorou um pouco, mais respondeu: Nananinanão...agora é sua vez...

A bandida me atacou do jeito que eu queria. Me abraçou e beijou minha nuca. A boceta dela passando perto do meu pau. Tive que me controlar de novo. Não sei se isso foi ruim agora, pensando melhor. Mas queria ver se ela iria implorar pelo irmãozinho inteiro dentro dela, eu acho. Não pensei muito sobre isso no momento, ela começou a descer com as mordidas e beijinhos até onde queria, sorrindo. Realmente parecia uma puta. E como puta, lambeu meu pau e perguntou: "Sentiu minha falta, cabecinha?" depois começou a rir.

"Não, ela tá ocupada pensando em como não catou sua boca antes", respondi. Verdade. Era tudo que eu pensava ali: por que não tinha catado ela antes. Ela realmente lambeu com maestria, gemeu na minha pica e se empinou pra chupar. Tirou da boca, me masturbando e disse "vai gozar na minha boquinha, vai?". E abocanhou de novo. A gente deve ter atores pornôs como eus interiores. Soltei um urro de prazer e respondi que ia sim, ia encher a boca dela. Ela se animou e continuou com mais vontade. Quando sentiu que eu tava perto de gozar, começou a amaciar minhas bolas e pedir como puta pra eu gozar pra ela.

Uma puta deve ser tratada como puta. Segurei sua cabeça com força e segurei até gozar e encher a boca dela, enquanto ela ainda gemia e engolia tudo. Soltei a cabeça dela, ofegante. Parece que ela tinha sugado um pedaço da minha alma junto. Ficamos nos olhando, ofegantes por um tempo. Deitei no sofá e ela deitou por cima de mim, com a cabeça no meu ombro. Beijei seu rosto, ela me beijou na ponta do nariz e disse "acho que essa vez foi a melhor de todas pra mim". E eu respondi sorrindo: "Ora, isso é o de menos, maninha."



Darukian, com contribuição (leia-se chupadas) de Emonditte.

2 comentários:

  1. É uma das minhas memórias preferidas. I'll never forget.

    Emonditte.

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  2. Gosto disso, acho que assim tem que ser irmão tem que ser unidos e jamais brigar, pra quê? É preciso dividir e compartilhar sempre... kkkkk Killian.

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Agradeço por ter lido, mas há outra coisinha que quero que você faça. Responda: Gostou? Gozou? Então caia de boca na minha...caixa de comentários e libere tudo que quiser jorrar, com muita indecência!

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