Por: DARUKIAN, O Ceifador de Orgasmos e sua Primeira Puta das Artes Sacroprofanas, Emonditte. Seres sem rosto nem forma, que tem como único propósito te fazer gozar muito (a vida).

Seguidores dos instintos

18 de agosto de 2011

Mistérios de Darukian - IV

IV

 
Imagem de um ritual sacroprofano

Esse relato é um tanto extenso, mas chamou-me a atenção por alguns fatos. A primeira diferença é que dessa vez não houve apenas uma “escolhida”, e sim várias, para um ritual muito complexo. Outra diferença é que as coisas não se passam em um quarto e sim em um templo sacroprofano. Outro detalhe interessante é o relator parecer estar possuído pelo Darukian (o que talvez indique que seja uma relatora) e por vezes relatar como se estivesse na pele do próprio. A descrição era a seguinte:

“Templo sacroprofano, sete fiéis. Ritual solene, necessidade aBUNDAnte de resPEITO. Quatro rabos de quatro para quatro criados inferiores. Aspirante punida por falta de habilidade. Soror e Abadessa, servidoras principais. Convento (das Safadas).”

Assim começa um relato que parece desnudar por completo o conceito de “sacroprofano”.


“A deusa estava queimando de luxúria como o inferno, e me solicitou algo especial. Algo solene, algo pur(t)o. Só há uma maneira de conseguir um ritual de tal calibre: conventos sacroprofanos, templos que existem nas sombras para servir a deusa e à luxúria.

A Abadessa estava queimando de luxúria em sua cela, em sua mente. A ideia fixa de que “algo grande está por vir” não a deixava dormir. As outras freiras estavam dormindo, por enquanto. Uma a uma, despertaram com um sussurro soprando em seus ouvidos. Algo havia chegado, e todas queriam medir o tamanho.

Os vigias estavam apagados, o jardineiro também. Foram acordados de súbito por silhuetas. Succubus, em suas silhuetas sucumbiram a seus safados desejos. Ou era o que eles pensavam... Enquanto isso, o sussurro começou a tomar voz, cada vez mais sedutora e encorpada. O ceifador penetrou no templo sacroprofano com um pequeno batalhão formado por duas succubus das mais rabudas e quatro incubus não descritos. Sete servidores de Lilith, para sete fiéis. Não exatamente, e o ceifador não precisava deles. Levou-os por ordem da deusa, mas executou tudo à sua maneira, afinal era o maior dentre eles e tinha poder de mando sobre os outros.

Enviou as succubus antes para dominar, entreter e acabar com os vigias e o jardineiro. Enquanto isso, ele dirigiu-se à capela. Sentou-se ao órgão e começou a tocar. Uma a uma, as freiras despetaram por completo para em seguida entrar em “transe” com a música. Resolveu seguir a hierarquia, e trouxe primeiro uma aspirante. Percebendo que ela não teria habilidade suficiente para o ritual, atendeu rapidamente seu desejo e se divertiu um pouco com uma aspirante submissa, bem amarrada e pendurada de cabeça para baixo (que nessa posição assistiu ao que se seguiu).

Trouxe quatro freiras dessa vez. Quatro freiras logo estavam de quatro, sendo submetidas aos poderes dos quatro incubus. A música, complementada pelo órgão ritmado por estocadas e gemidos dizia mais ou menos o seguinte:

Fui criado, eu fui!
À serviço da deusa
ceifar com destreza
fugindo da luz!

Criado eu fui

De sombra e luxúria
Não canto lamúria
Ó deusa, seduz!

Criado eu sou

Estou ao seu lado
Gemendo calado
Seu gozo, minha cruz

Pro ato eu vim

Ao atro retorno
Teu mel eu entorno
Criado eu fui



A Soror escutou a música e interrompeu um de seus reconhecidos estudos sobre salames para ir até a capela. Apressou-se tanto que esqueceu de vestir o hábito (não que ela precisasse dele para os futuros rituais...). Chegou junto com a Abadessa, que pareceu ter vindo ainda mais apressada, pois veio sem praticamente nada além de um crucifixo (bem enfiado na sua ... mão).

Ao arrombar as portas da capela e cair de boca, digo, contemplar aquela cena bizarra de hábitos jogados, gemidos, música e sodomia, as duas exclamaram juntas:
- Minha nossa senhora, chegamos em boa hora!
- Minha santa maria, olha quanta putaria! E o que é isso, Soror? Contenha-se! Não vê o que esses demônios estão fazendo? Estão arrombando as nossas virtudes! Estão...estão...uau, metendo tão gostoso...jesus luz, me abana... NÃO! TUDO ERRADO! PRECISAMOS EXORCIZAR ESSES DEMÔNIOS QUE ESTÃO POSSUINDO TÃO VIGOROSA, LASCIVA E SEDENTAMENTE NOSSAS IRMÃS!

Depois de muito prestar atenção em detalhes não importantes, perceberam a figura cantando e tocando órgão. O Ceifador virou-se para elas, ainda sentado no banco, com as duas foices em pé. A música e voz continuaram ao fundo. Perceberam que algo grande realmente tinha chegado, e o que havia penetrado nos templos sacroprofanos durante as histórias.

-Olá, Abadessa fada... Vejo que veio preparada para o ritual – disse o ceifador
- Imaginei que algo grande estava vindo, só não imaginei que São Nicolau estava tão generoso, me dando o seu pau... Digo, não imaginei que era alguém do seu calibre, envergadura, espessura...fiquei sem palavras, me abana, jesus luz!!!! E... Quem é você mesmo?
- É o ceifador Darukian, Safadessa... – disse a soror.
- Eu mesmo, Sóror Gasmo. Vi que rezaram muito pra Nossa Senhora de Guadalupe, então eu lhes trouxe uma trupe.
- Ah, sim... – e a Safadessa louvou, dizendo: - Aleluia, Nossa Senhora da Guia, finalmente uma orgia! Sóror, você vai me ajudar com o ritual, as outras estão ocupadas. Não preciso da água benta, já to ensopada mesmo...
- Mas, Safadessa...eu queria uma carninha mais molinha agora... Já treinei tanto com salames hoje... – argumentou a sóror, enquanto a abadessa já dava ordens para o sucesso do ritual:

- Safada Nadinha, dessa vez se livrou da punição, então se encomenda a “Santantão” e põe fora esse tesão! Noviça Fada, gema a sacroprofana escritura (e aquele tesão de literatura) enquanto tá sendo arrombada! Noviça Kahninha, Ave Maria...que putaria... Reza pra Santa Ana e trabalha com essa xana! Noviça Peka, minha filha...reza pra Santa Raimunda e rebola gostoso essa bunda! Alguém reza pra Maria antonieta, que ainda faltou uma buceta! Pobre Aspirante Zudinha...só te restou rezar pra são bartolo e gozar (d)nesse consolo, minha filha!
Alguma delas cuidou da buceta pendurada, e todas começaram a DAR muito duro para completar o ritual. A Sóror, porém, não queria colaborar nem a pau com o ritual. Não queria obedecer as ordens da Safadessa, só queria saber de dominá-la.

As superioras acabaram discutindo muito o assunto. Se xingaram, morderam, amassaram e rolaram pelo chão, e a Sóror estava quase realizando seu sonho de dominar a Safadessa. O Ceifador, que não queria ver o ritual arruinado, interrompeu segurando as duas pelos cabelos e pondo a foice entre elas. A Sóror (gemeu) cedeu, após muitos apelos da abadessa para começarem logo aquilo por que ela "não tava aguentando mais" e não parava de se valer com os santos. Antes de começar o ritual, as duas ainda apegaram-se a nossa senhora do carmo, para não morrer de orgasmo.

Era um ritual solene e muito complexo, tão ca(v)balístico quanto os incubus (nome de sete letras). Sete criaturas das sombras e sete fiéis dispostas a dar seus orgasmos à deusa. Quatro ficaram de quatro, uma era compartilhada por todos e todas. Mas o principal era que duas delas precisavam cuidar da foice do ceifador, antes que eles a matassem de overdose de prazer. Orando sempre pra nossa senhora do carmo fizeram de tudo, ajoelharam e rezaram muito diante daquela foice pulsante que parecia ter vida própria. Rezaram, foram punidas, penitenciadas e recheadas por uma benção que estava entrar e sair delas com uma velocidade tal que era quase impossível gemer toda os dizeres necessários para o ritual. Para completar o ritual as succubus vieram para a capela, pois já tinham feito os homens gozar e dormir. Ao final do ritual, as sete criaturas das sombras e as sete fiéis devem gozar sete vezes, e os últimos devem ser o ceifador e as duas fiéis que cuidam de sua foice, sete minutos após os outros acabarem, pois a simbologia do sete precisa ser bem arregaçada: Uma foice e seis buracos. Com sete rabos cheios do sacroprofano leite “dêpica” e as últimas sete estocadas (que podem ser fatais para as fiéis inexperientes, fracas ou exaustas), ainda faltava finalizar o ritual, para que as criaturas voltem para as sombras: a sóror traz o livro sacroprofano do Kama Sutra ou algum equivalente, e o Ceifador derrama sete jorros de “leite dêpica” em cima deste e da Abadessa (ou da fiel mais habilidosa/qualificada para receber as bençãos sacroprofanas). Esta geme por sete vezes o nome do ceifador, e aquele volta para sua deusa com uma generosa e mais que pur(t)a oferenda. Todas as fiéis recolhem com o leite que recebem e ficam em repouso total, por isso o ritual só pode ser repetido, no mínimo, a cada sete dias.”

Após ler esse relato, imagino o quão duro é o treinamento ao qual as freiras se submeteram para resistir ao esforço de completar um ritual de tamanha magnitude, e complexidade.

Darukian, O Ceifador de Orgasmos


P.S.:
Que as freiras se pronunciem agora. Levem isso até elas. ahaha. Que elas caiam de boca nos comentários e contem o outro lado, a versão arrombada e exausta da história! ahaha

Clique aqui para ler o capítulo 5

8 comentários:

  1. Na qualidade de Sóror de tão santo Convento venho pedir encarecidamente que nossos rituais sacroprofanos sejam mantidos em absoluto segredo, visando assim evitar que pessoas não tão devotas aos nossos santos protetores tentem repetir o ritual e espalhem o caos nesse mundo já tão profano! Nos submetemos a tal com a finalidade única de tomarmos para nós as peniStências do mundo, salvando os impuros de tão cruéis castigos nos oferecendo para que sejam aplicados em nós, almas castas e pudorentas.
    Tenho a certeza de que o senhor, pessoa tão conhecedora dos procedimentos internos do Convento e das santas irmãs que lá habitam entenderá e aguardo a remoção deste informativo em caráter urgente!

    SÓROR GASMO

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  2. Menino, haja imaginação! kkkkkkkkkkkkkkkkk
    Ficou muito, muito bom!!! Eu desde sempre adorei estórias que falavam de deuses, deusas, demônios, e todo esse universo sempre povoou meu imaginário. Adorei!!!
    Agora, impressionante como você conhece tão a fundo o Convento...tisc, tisc
    Beijos, meu querido!!!

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  3. Adorei que delícia... com tanta oferenda e ritual virou uma safadeza e putaria só aqui na minha cabeça só vi pica entrando saindo e buceta pra cima e para baixo... mas demais este seu conto misterioso e profano, amei... meladíssima aqui... Killian.

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  4. Uau! Assim, acho até que vou pro convento, rssss
    Haja imaginação, mesmo!
    beijos da Borboleputa...

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  5. FALAR SOBRE NOSSOS RITUAIS QUE ACONTECEM LÁ NO CONVENTO.......VIXIIII NUM VAI PRESTÁ ESSE NEGOCIO DE REVELAÇÃO AFFFF RSRSRSRS HAJA CANDIDATOS(AS) QUERENDO INGRESSAR NA IRMANDADE DO NOSSO CONVENTO.......
    MENINO O QUE É ISSO??? QUANTA IMAGINAÇÃO????
    MUITO BOM ISSO !!!! ADOREI !!!!

    BEIJOS

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  6. "Olá!

    Obrigada pela recepção e por me linkar e trazer meu banner :)

    Estou te seguindo e tbm vou te linkar. Estive ausente por uns dias e esse fds estarei reformulando o layout do meu blog, assim que o fizer levo seu banner tbm.

    Gostaria de te enviar um email, mas não achei em nenhum local aqui no seu blog, se puder deixar o endereço no meu, eu não publico o comentário. :)

    Miaubeijos e sucesso com o blog =^.^="

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  7. querido agora ate eu vou querfer ir pra esse convento..

    e eolha que pensei que eu nao era " pura " o suficiente..

    mas agora ja vi que é o lugar perfeito pra pessoas puras como eu...
    kkkk

    bjocas

    ana casada

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  8. Não sei se por ter sido interna em colégio de freiras e conhecer bem o que se passa ali dentro, tenho certa dificuldade com rituais sacroprofanos. Talvez por muita coisa vista e vivida lá atrás, eu por hora me abstenho do comentário. Um bj gostoso.

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Agradeço por ter lido, mas há outra coisinha que quero que você faça. Responda: Gostou? Gozou? Então caia de boca na minha...caixa de comentários e libere tudo que quiser jorrar, com muita indecência!

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