Por: DARUKIAN, O Ceifador de Orgasmos e sua Primeira Puta das Artes Sacroprofanas, Emonditte. Seres sem rosto nem forma, que tem como único propósito te fazer gozar muito (a vida).

Seguidores dos instintos

17 de março de 2012

Incesto na sexta - Parte II


Eu já sabia que o meu irmãozinho não estava totalmente satisfeito depois daquela sexta. Foi muita maldade minha provocá-lo sem ele poder me comer bem gostoso... A partir daquele dia, ele começou a me olhar com outros olhos. Chamarei aqui de olhos de “quero mais”. Sei que eu deixei nele um desejo de ir além, de me descobrir. Nos almoços em família ele sempre me pedia para que eu servisse o prato... Como se ele quisesse me dizer na frente dos nossos pais o que eu realmente era pra ele: sua serva. Sua puta. E também, ele adorava uma oportunidade de olhar o meu decote. Eu fazia questão de não usar nada embaixo das minhas blusinhas soltas...
Nossas aulas começaram na segunda, e ele sempre faz questão de me proteger e me deixa na porta da minha sala de aula. No caminho, ele sempre joga suas indiretas gostosas que me deixam pensando nele a aula inteira. Hoje pegamos o corredor vazio – parecia que ele me acordou cedo só pra chegarmos antes de todo mundo. Fui dar, como sempre, um beijinho no queixo dele. Pois ele não deixou: segurou meu rosto bem forte, me apertou contra a parede pra eu sentir o seu volume (sim, o tesão começa cedo lá em casa) e sussurrou:
- Hoje a gente vai matar a última aula. Tô te esperando na portaria, maninha... – e soltou um suspiro no meu pescoço, porque ele sabe que eu sempre me arrepio.
- Mas eu não poss... – ele não me deixou terminar. Agarrou meu rabão com as duas mãos, deu um tapa e saiu andando.
Fiquei sem reação. Boquiaberta. E por que ele queria que eu matasse a última aula? Não consegui me concentrar a manhã inteira. Aliás... quase inteira. Resolvi fugir e foi uma loucura desviar de todo mundo, pra ninguém perceber a audácia. Encontrei meu irmão encostado na portaria. Me chamou com um gesto que eu odeio – já disse aqui que meu irmão é meio bruto e meio doce ao mesmo tempo? É algo exótico e totalmente delicioso, ainda que não pareça delicioso – mas eu não me importei na hora, não sei por quê... e fomos pra casa.
- Por que estamos fazendo isso, maninho?
- Você vai saber. E não vai se arrepender... – e ele deu aquele sorriso que eu adoro e que me enche de tesão.
Fui. O sorriso dele me transmitiu a maior segurança possível. Não senti nenhum remorso ou culpa. Parecia que ele estava me guiando para o caminho certo. E fomos lado a lado. No mesmo caminho de casa. Cheguei lá, joguei minha bolsa no quarto e perguntei o que ele tanto queria . Ele não me respondeu. Seu olhar penetrou em mim como um pau duro penetra numa xaninha molhada. E algo me dizia que era exatamente isso que estava prestes a acontecer...
Ele foi pro quarto dele. Eu não entro muito no quarto dele, porque geralmente é uma bagunça e eu sou muito fresca. Mas naquele dia eu não me importei com a bagunça ou qualquer outra coisa. Eu só queria ele, só pensava nele. Imaginava coisas. Ele olhou pra mim e ordenou:
- Vai fazer tua tarefa, Emonditte.
Obedeci, enquanto ele deitou na cama e começou a ler um livro. Sentei na cadeira dele e coloquei as pernas na escrivaninha pra apoiar meu caderno nas coxas. Sem querer, meu vestidinho desceu e mostrou tudinho, sem querer... aliás, era isso que eu queria: provocar. Mas a gravidade foi muito espontânea comigo.
Eu percebi os olhinhos dele acima do livro. Ele não estava concentrado:
- Eu estava querendo dizer OUTRA tarefa... a tarefa de me dar prazer, de me encher com seu tesão e eu te encher com o meu.  A sua tarefa de boa puta, de puta obediente, porque é isso que você é, maninha... – ele se levantou da cama e afastou meu cabelo do rosto - ...ou você se esqueceu daquela sexta? Também acha que faltou alguma coisa?
Eu não resisti. Aquilo me deu tesão demais. Aquela putaria passava pela minha cabeça naquela hora. Eu já sentia minha buceta latejar, pedindo o pau do meu irmão descontroladamente. Não resisti, e minha calcinha molhava me entregava. Eu queria dar. Eu tava doida pra dar prazer pro meu irmãozinho. E ainda resolvi tirar onda...
- Noooossa! – Dei uma risada safada. – Não precisa nem implorar, Darukian. Eu sou louca por você. E tô louca pra dar pra você, não é de hoje. Quero muito fazer putaria hoje, encher meu corpo com seu gozo e ser fodida sem parar.
Dava pra ver o tesão fluindo pelo corpo dele... Parecia que ele roubou os arrepios de mim. Derrubei tudo da cama. Livros, cadernos, os óculos dele. Eu queria só nós dois. Fui tirando a roupa do meu irmãozinho e não agüentei me segurar: fui caindo de boca naquele cuzinho molhado dele. As putas normais caem de boca na pica, mas a principal... ah... a principal tem direito a brincar com o cuzinho do Darukian. E eu esnobo mesmo: É MUITO GOSTOSO! Brinquei com minha linguinha frenética que ele tanto gosta.
- Sentiu falta disso da primeira vez, safado? – Perguntei entre linguadas.
Ele não respondeu. Parecia que eu tirava meu irmão do eixo usando só a língua. Minhas mãos pequenas seguravam a bunda gostosa dele, e ele só pensava em arfar e gemer bem alto. Queria gemer para o mundo inteiro ouvir que a irmã é uma puta safada e que sabe, como ninguém, provocar gostosinho...
Mas esse não era o nosso objetivo principal. Nós nos olhamos e já sabíamos o que queríamos. Ele sentou e passou a mão no pau gostoso dele. Sentei em cima e encaixei só a cabecinha na minha buceta. Nós dois estávamos latejando rápido, famintos um pelo outro. Resolvi não provocar muito dessa vez, até porque eu não conseguiria provocá-lo naquele estado. Rebolei gostoso para o pau entrar todinho, e o rebolado dele também ajudou. Ah, como o meu irmão rebola gostoso... Quando estocou lá no fundo foi uma explosão de tesão. Gritamos, nos arranhamos e rebolamos muito um no outro. O meu irmão tava um tesão... Dessa vez ele parecia um servo e eu sua dominatrix. Olhando-o de cima, roçando os biquinhos dos meus seios na boca dele. E o nosso rebolado – com certeza é de família, só pode – se encaixou perfeitamente.  Ele gemia cada vez mais alto e dizia, faltando fôlego:
- Isssssssssssssssso... – E ele sabe que isso me mata de tesão, e faz por querer...
Por final, ele gozou bem quente e gostoso dentro da minha bucetinha ensopada. Me levantou com cuidado pra ver o leitinho saindo de mim. E esse estado pós-orgasmo dele, ah... me deixou louca.
Estávamos preparados para seguirmos para o rabão, quando ouvimos a maçaneta da porta principal e um barulhinho de chaves. Mamãe tinha chegado! Meu irmãozinho foi vestir a roupa rápido enquanto eu peguei meu vestido, escondi a calcinha embaixo da cama dele e fui junto. Puxei o braço dele e ficamos lá embaixo, trocando um monte de beijos e mordidas até a hora do almoço, depois conseguimos nos safar dessa...
E, apesar de estar muito escuro, dava pra sentir a alma dele. Profundamente extasiada e cheia de tesão por mim.

Emonditte

3 comentários:

  1. Sensacional... extremamente provacativo, sensual, erótico...

    bjs

    Cris e Junior
    http://desejosefantasiasdecasal.blogspot.com.br/

    ps --> esse ano não temos a mesma disponibilidade de comentar diariamente, nossos posts mesmo deixamos prontos para 10 ou 15 dias seguidos.... mas sempre que pudermos daremos um pulinho aqui...

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  2. Tô gostando cada vez mais dessa Emonditte...

    beijos borboleputos

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  3. Menino...estou aqui a pensar como vai acabar todo esse tesão e toda essa oucura...
    Muito boa...estou aqui esperando o próximo capitulo...
    Boa noite menino...
    A loira aqui está feliz com sua volta...vc fez falta...
    Bjs menino...

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Agradeço por ter lido, mas há outra coisinha que quero que você faça. Responda: Gostou? Gozou? Então caia de boca na minha...caixa de comentários e libere tudo que quiser jorrar, com muita indecência!

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