Por: DARUKIAN, O Ceifador de Orgasmos e sua Primeira Puta das Artes Sacroprofanas, Emonditte. Seres sem rosto nem forma, que tem como único propósito te fazer gozar muito (a vida).

Seguidores dos instintos

28 de março de 2012

Mistérios de Darukian - XXXV

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XXXV



Consegui um outro relato de “literatura sacroprofana”. Dessa vez sobre a (agora puta) branca de neve.

“Literatura Sacroprofana: Branca de rabo e os sete pauzões”


Me pergunto se é o ceifador que cria isso quando “não tem o que fazer”. Apesar do título sugestivo, ainda tem mais coisa escondida na história.

“Em um belo dia... Uma rainha de um grande bordel, a mais tesuda, quase uma deusa do sexo, estava sendo fodida. Sendo arrombada em cima de um móvel negro como o ébano, tirou a virgindade (do rabo. O resto já tinha sido liberado) com tanto vigor que sangrou.

Ao ver o leite (com sangue) derramado sobre o negro do móvel, não chorou. Sorriu e pensou, enquanto tentava se recompor, que se tivesse uma filha queria que ela fosse tão puta quanto a mãe. E daquelas cores, por que gostou da combinação.

Com um rabo branco, cabelos negros e buracos rosados/lábios vermelhos (duas tonalidades de sangue no leite depica), nasceu a branca de rabo, chamada assim pelos mais íntimos. A rainha deixou todo o seu legado de tesão para sua filha, e morreu pouco após seu nascimento.

A nova rainha do bordel era uma puta esnobe, vadia vaidosa e ficava perguntando para os seus machos no quarto dos espelhos “quem é a mais tesuda desse bordel, espelho meu? Quem?” e o macho respondia que era ela e mais nenhuma.

Algum tempo depois, devidamente esfolada e gozada, a puta esnobe perguntou quem era a mais tesuda daquele bordel. Um macho respondeu, se arrumando pra sair do quarto: “olha, você é até tesuda, mas aquela branca de rabo...nuss...aquela eu passava o mês inteiro boqueteando. Ela sim é a mais tesuda daqui”

A puta velha e esnobe ficou ainda mais puta (agora de raiva): fez um ritual sacroprofano e invocou o que chamam de Darukian, ceifador de orgasmos. Queria matar a branca de rabo, e queria que ela morresse gozando, só para comprovar que ela era superior e conseguia gozar mais que a jovem de bandas claras.

Na esperança de voltar a ser a mais tesuda, mandou o ceifador atrás da branca de rabo. O ceifador gostou da ideia. A princesa do bordel teve medo e fugiu, nas no caminho caiu de quatro e foi alcançada pela foice.

O ceifador se compadeceu da princesa, apreciou o visual e ensinou as artes sacroprofanas para a branca de rabo. Percebendo seu enorme potencial latejante ceifou muitos orgasmos, e um último (este falso) que levou para a rainha esnobe, como prova de que a branca de rabo foi devidamente impalada.

Branca de rabo rodou pelos vários círculos dos inferninhos, e acabou invadindo uma casa, onde se esparramou no sofá. Foi encontrada por sete pauzões, que a acolheram e mataram todas as suas fomes, com a condição de que ela limpasse tudo com a boca, de rabo empinado.

A rainha esnobe não entendia como a branca de rabo ainda era assunto de seus ‘súditos’, e como seu nome era cada vez mais gemido e sussurrado em seus afazeres. Acabou descobrindo onde a branca de rabo estava instalada, e tentou mata-la de overdose de orgasmos várias vezes.

Na primeira vez, invadiu o quarto da branca de rabo, e fez a princesa desmaiar de tanto gozar com breath-play e um strap-on. Os pauzões acordaram a branca de rabo com uma surra de pica. Outra vez, oferecendo-lhe um vibrador que não queria sair e fez com que ela desmaiasse novamente. Foi acordada com um balde de leite depica.

A rainha, mais puta do que nunca, voltou lá com um negão. Mostrando-lhe o pau grande e suculento, disse que ia ensiná-la a engoli-lo até o talo, para que ela melhorasse os serviços de limpeza para os sete pauzões. A princesa relutou e teve medo do pau enorme, então a rainha esnobe demonstrou que era possível engolir tudo. Branca de rabo tentou, mas teve a boca fodida com vigor e engasgou com o volume de leite depica que surgiu repentinamente em sua garganta.

Os sete pauzões não conseguiam administrar a cura de antes por via oral. Tentaram por outras vias, mas nada adiantou. A princesa continuou em um sono profundo. Foi acordada algum tempo por um príncipe, com um daqueles beijos de desentupidor de pia, que desentupiu sua garganta.

Ela foi embora com o príncipe, mas não viveu feliz para sempre com ele. O príncipe era muito narcisista: preferia beber o próprio leite tirado de si próprio com suas próprias mãos ao mel oferecido todos os dias pela bela branca de rabo, de bandas alvas.

A princesa deu o príncipe para a rainha esnobe, como pedido de desculpas, e frustração eterna. A rainha acabou tendo que se consolar com um vibrador que a princesa também lhe deu, e morreu por overdose de orgasmos poucas horas depois.

A princesa voltou a viver com os sete pauzões, e o nome [e a bunda] de branca de rabo, de bandas alvas, ficou famosa por aquelas bandas claras, claro. Ocasionalmente visitada pelo ceifador, Branca de rabo viveu gozando feliz para sempre.” Curioso o fato da princesa abandonar o príncipe. Isso deve ser algo raro. Seria uma boa pesquisa: “quantas mulheres no mundo abandonam o príncipe encantado vazio por pauzões e uma foice que te recheiam?”. Metaforicamente, claro.


DARUKIAN, O CEIFADOR DE ORGASMOS

P.S.: Me vieram ideias sobre a rapunzel. Estou pensando nos tamanhos...

3 comentários:

  1. Miauuuu!!!

    Adorei a Branca De Neve!!! Humm... Rapunzel??? Tamanhos... rsrs Aguardando aqui!

    Miaubeijos querido =^.^=

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  2. Rapunzel...rabanetes... seria beeeem interessante.

    Beijos!

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  3. Não gostava da branca de neve...
    ela agora me surpreende ,virei fã...rss

    Muito bom!! :))

    Beijos

    ResponderExcluir

Agradeço por ter lido, mas há outra coisinha que quero que você faça. Responda: Gostou? Gozou? Então caia de boca na minha...caixa de comentários e libere tudo que quiser jorrar, com muita indecência!

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